Restaurantes abertos: confira as principais mudanças - Agenda CariocaAgenda Carioca

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Julieta de Serpa terá divisórias de acrílico entre as mesas (foto: José Renato Antunes)

Restaurantes abertos: confira as principais mudanças

A prefeitura do Rio de Janeiro confirmou para esta quinta-feira, dia 2, mais uma etapa da flexibilização dos negócios pela cidade. Nesta fase, bares e restaurantes têm autorização para reabrir com restrições. Mas o que esperar? Algumas regras são rígidas, como a redução da capacidade e um rigoroso padrão de higiene. E algumas tendências também farão parte do “novo normal”. Mesmo quem ainda não se sentir seguro e não tiver a necessidade de comer fora nesse momento, quando voltar a frequentar os salões vai esbarrar em mudanças que, ao que tudo indica, serão adotadas por um bom tempo.

Mesas do Tragga serão separadas por biombos

Uma das mudanças mais óbvias nesse momento de reabertura é a reestruturação do espaço e a diminuição da capacidade de público. Mesas grandes de confraternizações não serão mais vistas. O almoço ou jantar será com poucas pessoas, e muito espaço entre as mesas. Os funcionários deverão usar máscaras o tempo todo, assim como os clientes, que só estão autorizados a tirar as máscaras quando forem comer. A Casa Julieta de Serpa, por exemplo, cujo salão tem 140 metros quadrados, disse que vai atender apenas 35 clientes de cada vez. Além disso, utilizarão biombos de acrílico transparente entre as mesas. E não adianta chegar de surpresa: é preciso fazer reserva. O Tragga também instalou biombos para separação das mesas, além da redução do número e distanciamento das mesas. Outra novidade é o totem de álcool em gel, que também é encontrado no restaurante Posì.

O Posì, aliás, contratou um grupo de médicos que lançou um selo chamado “Restaurante Protegido”. Com isso, a casa vai seguir algumas medidas extras como questionário de saúde digital diário e aferimento da temperatura, tanto para funcionários como para clientes.

Os bufês estarão suspensos por ora. Restaurantes que os tinham como opção já se adequaram. A Churrascaria Palace, por exemplo, que conseguiu manter todos os 90 funcionários, não vai mais expôr o bufê . As carnes, os acompanhamentos e as saladas serão escolhidos em cardápio virtual acessado através de QR Code. Eles virão cobertos da cozinha até a mesa. A montagem das mesas será realizada por uma equipe, enquanto o recolhimento do serviço será feito por outra.

Quem também suspendeu o bufê foi a Mamma Jamma, que tinha a opção no almoço das lojas localizadas em shoppings. Em contrapartida, serão oferecidas algumas opções de saladas à la carte, que serão levadas à mesa. Vão incluir ainda uma focaccia nas mesas, tanto no almoço quanto no jantar.  Os pedidos podem ser escolhidos através de cardápios plastificados, que serão higienizados na frente do cliente, antes e depois da mudança de mesa, além da opção de cardápio por QR code, opções que são tendência e adotadas pela maioria das casas.

O Capim Santo também não terá mais bufê e oferecerá um cardápio reduzido. Alguns restaurantes que operavam 100% por bufê self-service mudaram completamente o conceito, como é o caso do restaurante Vivant, na Cobal do Humaitá, que mudou até de nome para os executivos à la carte: Vivant Gourmet.

O .ino optou por um cardápio via tablet, que será higienizado na frente do cliente antes e depois do uso. Após selecionar os itens do cardápio, o usuário deve aproximar a comanda recebida da câmera do tablet para finalizar o pedido. Todas as comandas são individuais e contam com um QR Code para envio do pedido digital para a cozinha.


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