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Zoológico do Rio se transforma em parque sustentável

Há alguns anos, o zoológico do Rio deixou de ser um espaço de memórias afetivas e lazer entre famílias para se tornar alvo de críticas por conta da negligência com relação aos cuidados dos animais e preservação das espécies. As críticas foram tamanhas que, eventualmente, as portas foram fechadas em novembro de 2019 e muito foi-se perguntado no que seria transformado o espaço, que um dia foi celebrado entre conterrâneos e turistas. Agora, sob o comando do Grupo Cataratas, o mesmo por trás do AquaRio, o zoológico se compromete a deixar o passado para trás e caminhar lado a lado dessa geração mais sustentável e atenta aos recados do planeta: em julho de 2020 será inaugurado o BioParque, um espaço totalmente voltado para o bem-estar dos animais e resgate dos que estão em extinção, além de pesquisas e programas de educação ambiental.

Comprometido com esse novo conceito socioambiental, a nova estrutura do zoológico abandona a vivência prisional das grades para abrir espaço para uma área de visitação aberta e dez vezes maior do que a original. Através de grandes painéis de vidros, os visitantes vão poder observar diferentes grupos de animais, que estarão em ambientes que reproduzem o que eles conhecem como habitat natural e que oferecem uma experiência imersiva para quem está presente. Entre as diferentes ambientações, estão a Aventura Selvagem, local no qual viverão os animais africanos (zebras, hipopótamos, girafas e impalas e os setores das aves, felinos (onça, lobo-guará, leão, etc), animais de sangue frio (cobras e jacarés) e asiáticos (elefantes).

zoológico
(Crédito: Guilherme Cazé)

Além disso, a nova fase do parque também recebe pais e filhos com projetos educativos, como a Fazendinha. No local, a criançada vai poder ter contato próximo com alguns animais a fim de aprender diversas curiosidades sobre o mundo natural, como origem do leite e ovos. Outros áreas de lazer, como gastronômica, playground, renovação da Alameda das Palmeiras e Boulevard Histórico completam o mapa do BioParque. 

zoológico do Rio

Toda essa concepção vislumbra os ideias e requisitos do Plano de População, uma prática que viabiliza a elaboração de projetos e de áreas para estudos relacionados ao tema, de modo que o BioParque do Rio entra para um grupo seleto de instituições internacionais que abraçaram a causa propagada pela ONU Meio Ambiente, por meio do que eles chamam de “Década da Restauração” – um punhado de ideias voltadas para a restauração da biodiversidade dos ecossistemas. No entanto, embora já esteja sendo estruturado sob esse mote com aval da ONU, nada disso terá os resultados benéficos se não tiver o envolvimento e conscientização da população. Sendo assim, a fim de traçar um laço para além do teor de diversão aos fins de semana, o parque oferece a possibilidade de adquirir programas de sócios, que, disponíveis para compra no site oficial, permitem que os assinantes, além de contribuir para os investimentos, possam visitar as obras em primeira mão e garantir entrada ilimitada após a inauguração.

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