Crianças em casa: quais regras e rotina seguir? - Agenda CariocaAgenda Carioca

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me two Thaís Reali, Vanessa Rocha e Elisa Scheibe Marty do Me Two

Crianças em casa: quais regras e rotina seguir?

Ter toda a família em casa por tempo indeterminado pode ser um dilema para quem tem filhos e precisa manter, de alguma forma, a rotina que os pequenos aprenderam a seguir, incluindo tempo de lazer, de estudo e de cuidados pessoais. Como mãe de um casal, Vanessa Rocha, co-idealizadora do site Me Two e coach de crianças, sabe muito bem da exigência psicológica e emocional que isso pode ter em toda a família. Tendo isso em mente, Vanessa compartilhou algumas dicas que podem aliviar o novo cronograma da família para ser seguido durante o período de quarentena e distanciamento social.

Para começar, pegue papéis em branco e muitas canetas coloridas, atraindo os pequenos para o que será proposto. É preciso, antes de tudo, explicar o que é a doença e como ocorre a transmissão. Feito isso, mãos à obra para começarem juntos a escreverem as regras e horários da casa: 

1-  Qual horário irão acordar? 
2- Qual horário e tempo de assistir tv?
3- E o tempo que ficarão nos eletrônicos?
4- Qual será o momento de estudar?
5- E os momentos que mamãe e/ou papai vão trabalhar?
6- Qual a hora  do banho?
7- Qual a hora de brincarem em equipe?
8- E qual hora de brincarem sozinhos?

Quem ainda estiver sem muitas ideias das atividades que podem ser inclusas nessa nova rotina, a americana Jenny Jiles, uma bem-estar coach, também divulgou algumas dicas em sua conta no Instagram. Durante o dia, o ideal é que a criatividade e lógica sejam estimuladas com atividades que não sejam dependentes da tecnologia: legos, pintura, leitura, cozinhar, jogos de memória, quebra-cabeça, construir objetos com materiais encontrados em casa etc. Os eletrônicos são liberados apenas 1h30 por dia, no período da tarde, e à noite as crianças são liberadas para assistirem a um pouco de TV.

Os cronogramas, além de estabelecerem limites e precaução, é uma forma de pais e filhos se conectarem ainda mais, criando novos hábitos, responsabilidades e, claro, memórias. Quem sabe o que começou em um momento caótico tal qual, não se transforma em algo duradouro.

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